segunda-feira, 20 de junho de 2011

Sobre bairros

Você sabe o que acontece no seu bairro?

Eu não sei muito.

Moro no Parque São Sebastião em Porto Alegre. E todas as quintas-feiras tem feirinha de frutas, verduras, etc. Produtos coloniais de modo geral.

Neste mesmo bairro existe uma vendinha que a dona é Baiana. Ela atende sempre com um sorriso no rosto. Mas, se pede desconto faz cara de poucos amigos.

Na mesma rua existe um mercado que vende comida com o prazo de validade vencida. E o dono diz não saber. Mas, toda a semana acho alguma coisa com a validade de 2010. Parente de ex-presidente? Será?

A vida vai se indo. E no mesmo bairro pracinhas atraem mamães e babás para levar as crianças para o sol. Eu mesma levo o meu. Após o sol uma água para hidratar. Meu pimpolho adora. Vou na padaria e ele mesmo sabe onde eu pego a aguinha. Coisa boa é essa vidinha.

O ônibus passa e as pessoas educadas dão lugar as mães e senhoras. A vida funciona nesse bairro. Mesmo que de vez em quando hajam alguns problemas. As calçadas por exemplo raramente são ajeitadas. Pergunto-me se os donos das casas também desconhecem o direito das pessoas de ir e vir. Afinal, o cidadão deve trafegar pelas ruas? Acho que não.

Desabafos e risadas, a vida nos leva para a madrugada.

E isso me deixa muito contente. Neste bairro normalmente conseguimos dormir, exceto em fevereiro, que o Carnaval nos faz dançar mesmo que estejamos em casa.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Em defesa da liberdade

O cabelo voa junto ao vento. Os olhos estão fechados sentindo a sensação de liberdade. Que momento lindo para sentir o calor do sol junto ao rosto. Aquela sensação de bem estar toma conta do corpo. Neste momento você se sente bem e feliz. Simplesmente por estar bem e com a cabeça sentindo a sensação maravilhosa do bem estar do espírito.
Estou muito contente com a nova lei que defende a união entre pessoas do mesmo sexo. Sou heterosexual, porém adoro a liberdade de ir e vir, de poder ser o que se é sem se esconder por trás de um véu pois há alguem que descorda de sua opinião e lhe julga por isso.
Não gosto disso. Não gosto de pessoas julgando as outras. Sentimento pequeno este. Espero, sinceramente que esta ou este evolua.
Parabéns a você, parlamentar Jean BBB, pela aprovação de seu projeto de lei que permite a uma classe tão julgada pela sociedade o direito de ser feliz e viver a felicidade!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Como devo agir?

Ao andar pelas ruas do meu bairro, São Sebastião, em Porto Alegre, percebi como as calçadas do bairro são mal conservadas. Não sei a quem devo recorrer. Se a prefeitura ou algum órgão municipal ou bater de casa em casa e pedir a gentileza dos moradores que cuidem e arrumem suas próprias calçadas.
O que devo fazer?

Asma?



Nesta segunda-feira (24) começei a lêr artigos médicos sobre asma ou bronquite alérgica. O Pedro meu filho sofre desde seus três meses de vida de seguidas crises respiratórias. Que cada médico chama de um jeito e eu como mãe já não sei mais o que ele tem. Estou perdida. Sem saber o caminho que devo percorrer e o que devo fazer.
Temos convênio de saúde. Portém, o nosso a maioria dos médicos credenciados atende poucos pacientes com a desculpa que o repasse financeiro é muito insatisfatório para demanda de atendimentos. Ou seja: atende poucos e ganha pouco. Resumo da ópera: estamos cerca de dois meses aguardando o atendimento de um pneumologista infantil pelo Ipe-rs.
Resolvi dividir isso com outras mães pois sei que é difícil ver seu bebê tossir feito um velho de 80 anos. Ninguém gosta de ficar noites em claro observando se seu filho está conseguindo dormir ou triturar todos os alimentos pois a garganta dele está irritada e quando o alimento não está pastoso é devolvido por meio de refluxo. É se ser mãe não é fácil, imagina ser o bebê que sofre isso?




Busquei na internet várias "receitas de bolo" de como evitar crises alérgicas. Vou dividir:
- Quanto mais limpa e seca estiver a sua casa menos risco seu filho tem de desencadear crise alérgica.
-Roupas de lã, soft ou plush proporcionam crises respiratórias em bebês e crianças.
-Usar roupas de material sintético como o nilon e malha de algoodão aquecem o bebê e evitam criese alergênicas.
-Natação é bom. Mas, se seu bebê tem a pele sensível evite o cloro.
-Banho com água quente, sim! Banho de talco não.
- Bebê quentinho é bebê saldável.
-Sopinha da vovó de galinha é boa pois hidrata. Mas, se seu bebê ingere líquido dá no mesmo.
-remédio somente se o médico indicar. Não use soluções mágicas do seu conhecido. Se o bebê se machucar quem vai chorar e querer morrer é você. Seu conhecido nem sabe direito você é.
- E o melhor: instinto de mãe funciona. Não deixe de escutá-lo. Seu filho não é um barquinho. Se um médico disser para você: "deixe o seu filho. Ele é igual a um barquinho. Deixe ele navegar..." Indique seu médico para ingressar na marinha, e logo após, busque um novo pediatra para acompanhar seu filho.

A semana continua com a peregrinação da busca por um novo pneumologista pediátrico, se souber de algum que atenda o IPE me indique!
Beijo

Sexualidade x maternidade

A sexualidade está em pauta. O interessante é que este assunto nunca deveria ter se calado perante a sociedade, em minha modesta opinião. Afinal, qual mãe deseja ao filho ou filha que se esconda diante do mundo e finja ser o que não é? Eu jamais desejaria tal vida ao meu amado bebê.
Aparentemente prematura a conversa mas, acredito ser importante o diálogo desde pequeno. Afinal as relações homossexuais acontecem a séculos, e seria impossivel mentir a vida toda somente para satisfazer alguém.
Não creio que este tema: sexualidade, deva ser tratado de forma promiscua com seu filho quando lhe questionar algo sobre tal. Seja verdadeiro, informativo e por favor não crie um homofóbico. A sociedade já tem problemas de mais para resolver. Ser macho é uma questão de escolha que cada ser humano tem direito de optar por ser e não exercer o membro que Deus lhe confeccoionou. Deus quer que cada um de nós amemos o outro como a nós mesmos. Saber amar a Deus é amar a natureza que ele nos prporcionou visualizar.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Existe terça-feira comum?

Se entrar em um ônibus na segunda-feira pela manhã, alguém dirá, mesmo que para sí mesmo: "E odeio segunda"..., me pergunto se alguém realmente odeia este dia da semana. Após refletir por alguns minutos me deparei com mil possibilidades. A mais comum seria pelo fato do final de semana ter acabado. Ou, a pessoa odeia o que faz e descarrega as energias negativas na coitada da segunda.

Em meu imaginar das circunstâncias, me veio a indagação: Será que existe uma terça-feira comum? Digo..., alguém odeia terça-feira? Nunca escutei.
Que bom...
pois hoje é uma terça.
Aproveite e faça dessa semana um pouco mais satisfatória!